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domingo, 2 de maio de 2010

Apelo do Senhor Presidente da República ao desenvolvimento das actividades culturais e criativas

A aluna finalista Conceição Oliveira sugere a publicação do excerto do Discurso do Presidente da República na A.R., no dia 25 de Abril, por considerar o seu conteúdo «de relevante importância para os EAC´s».
Agradecemos esta pertinente sugestão, bem como o envio do respectivo extracto, recolhido do site da Associação Comercial do Porto.

Excerto do discurso de Sua Excelência o Presidente da República:
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Senhor Presidente da Assembleia da República, Senhoras e Senhores Deputados
Graças à nossa riqueza histórica e cultural, ao talento de muitos dos nossos jovens, à capacidade de adaptação da nossa mão de obra e ao nosso clima privilegiado, temos ainda a possibilidade de desenvolver centros de excelência que se configurem como marcas distintivas à escala europeia.

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domingo, 4 de maio de 2008

O Deutsche Bank e a Arte

O que levará uma instituição bancária, como o Deutsche Bank a constituir uma colecção de mais de 53 mil obras de arte? Certamente, dir-se-á, a perspectiva de um fabuloso investimento financeiro, já que, quando realizada com critério e conhecimento, a aquisição de obras de arte se tornou, para muitos, uma aplicação altamente rentável e das mais seguras a médio/longo prazo. Contudo, surpreendentemente, não é essa a finalidade que Friedhelm Huette, presidente da Deutsche Bank Art diz ter em mente, mas sim o enriquecimento dos seus funcionários, dos seus clientes e mais mediatamente, dos artistas que tais aquisições acabam por valorizar e reconhecer. As obras adquiridas por esta instituição financeira são colocadas no local de trabalho dos seus funcionários e vistas directamente pelos seus clientes, promovendo assim a fruição estética e o interesse cultural pela arte. Certamente, não será despicienda a valorização financeira e a mais-valia económica que esse acervo vai garantindo para a empresa. Mas, é verdade que a sua política de aquisição de obras de arte tem outros “condimentos”. Por isso, vale a pena ler a entrevista publicada no Deutsche Welle–World.de que aqui recomendamos.

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